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Comportamento: Para curar o corao, preciso desapaixonar
Colocado em 25 Agosto 2005 s 22:06:18 por O Estado de S. Paulo. | Imprimir Artigos Enviar a um amigo

Comportamento: Para curar o coração, é preciso desapaixonar


Para curar o corao, preciso desapaixonar


No preciso mandar o cupido embora por causa daquele sentimento de corao partido, como na msica Estpido Cupido, emplacada por Celly Campelo no fim dos anos 1950: ", cupido, v se deixa em paz, meu corao que j no pode mais..." Existem algumas tcnicas de "desapaixonamento", que servem para se recompor da tristeza mais rpido.
Lbios ressecados, palavras embaraadas, pensamentos confusos e joelhos trmulos. A pessoa apaixonada e no correspondida vive momentos de tormento, fissura, ansiedade e irritabilidade. Para os especialistas, esses sintomas so normais e explicam que, apesar do sofrimento, a vida se reorganiza aos poucos.
A sensao no apenas de perda da pessoa, mas de muitos outros fatores, como planos e tarefas, que eram compartilhados e, agora, devem ser individuais. O psiclogo da Universidade de So Paulo (USP) Ailton Amlio da Silva diz que para reparar a frustrao melhor acabar logo com a paixo. "Mas desapaixonar como emagrecer: fcil de falar e difcil de fazer", brinca
Por mais que a vontade de ouvir msicas do casal, olhar fotos e reviver o relacionamento seja difcil de abandonar, evitar essa situao pode tornar o processo menos doloroso, diz a coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da USP, Carmita Addo. " importante passar por esse luto, mas importante tambm constatar que o relacionamento acabou."
Realizar atividades que promovam prazer - como exerccios fsicos, conversas com amigos, danar, cantar, assistir a um filme - aliviam a tristeza.
Casada por quase seis anos, a decoradora A.F.M., de 39 anos, emagreceu e se afastou dos amigos aps a separao. "Amava muito meu ex-marido, inclusive depois que nos separamos. Achei que o teto ia desabar." Com apoio de um terapeuta e da famlia, hoje ela quer procurar novos relacionamentos. "Gente precisa de gente. Foi muito dolorido e demorado, mas avaliei meus erros e isso vai me ajudar no futuro."
FISIOLOGIA
No organismo de um "doente de amor", trs substncias tm papel importante: adrenalina, serotonina e dopamina. Palpitaes e aquela dor no corao, assim como o n na garganta, so causadas pela descarga de noradrenalina pelo sistema nervoso autnomo simptico, responsvel pela acelerao dos batimentos cardacos, pelo aumento da presso arterial e da concentrao de acar no sangue e pela ativao do metabolismo geral do corpo. Essa descarga libera adrenalina pelas glndulas supra-renais.
Os apaixonados apresentam no crebro, em mdia, dficit de 40% de serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar, explica a professora Ana Luisa Vilela, especialista em cincias biolgicas. "Um estudo da Universidade de Pisa, na Itlia, constatou que a falta de serotonina gera desequilbrio do humor, do apetite, do sono, da ansiedade e at da agressividade." Ela diz que os "doentes de amor" so realmente doentes. "Paixo e distrbio obsessivo-compulsivo compartilham aspectos comuns. Ambos esto associados a baixos nveis cerebrais de serotonina."
A paixo tambm gera a alta da dopamina, neurotransmissor ligado recompensa e ao prazer. Numa pesquisa publicada em maio no Journal of Neurophysiology, cientistas produziram imagens do crebro de mulheres e homens apaixonados e detectaram hiperatividade nas reas que produzem dopamina quando elas viam fotos da pessoa amada.
DEPENDNCIA E TENDNCIA
O bem-estar - como o gerado pela presena de quem se ama - aumenta o desejo de repetir as sensaes. "O sistema se parece com a estrutura central no desenvolvimento da dependncia dos usurios de substncias psicoativas", observa Ana.
Carmita diz que perdas afetivas fazem 20% das pessoas reagirem de forma negativa, mas doenas como a depresso afetam quem j tinha uma tendncia. "Quando a pessoa tem tendncia depressiva, as situaes so vividas de forma mais intensa."

 


  


 

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