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ONGs: Espao Mulheres Deficientes Auditivas e Surdas do Estado de So Paulo.
Colocado em 14 Maro 2006 s 10:03:25 por Salete Neves - Pres. | Imprimir Artigos Enviar a um amigo

ONGs: Espaço Mulheres Deficientes Auditivas e Surdas do Estado de São Paulo.


ACORDEM BELAS MULHERES!

 


Mulher que Idealiza!
Mulher que Participa!
Mulher que Realiza!
Sempre Mulher!


So Paulo SP


MISSO: Como a comunicao primordial e usamos uma lngua diferente, que a LIBRAS, foi inovador a iniciativa de criar grupo de mulheres com a mesma deficincia, com as  necessidades lingsticas semelhantes e com os mesmos objetivos que juntas poderemos construir propostas e projetos em questo de assumir  suas atividades dirias com resultado de melhorar a  sua qualidade de vida.

Espao Mulheres Deficientes Auditivas e Surdas do Estado de So Paulo.
uma organizao no governamental onde interagirmos com todas as mulheres de diversos setores sociais, bem como: movimentos sociais mistos (partidos e sindicatos, organizao de movimentos populares), com objetivos de discutir sobre propostas dos interesses e direitos sociais integrando a  mulher dentro da sociedade.

Objetivo: Atender todas as pessoas com deficincia, no qual suas prioridades so: para as mulheres com surdez, pois elas so mais sensveis e possuem histrias, qualidades, capacidades e pacincia de acolher as necessidades e dificuldades entre elas encontradas.


Objetivos Gerais: Criar Polticas Pblicas para a Mulher Deficiente Auditiva e Surda com finalidade de ter participao s decises em relaes sade, educao, direito, cidadania, cincia, cultura e comunicao, violncia sexual, preconceitos,  discriminao e participao a fim de desencadear movimentos pela mulher Deficiente Auditiva no Brasil e articular com em diversos pases, bem como tambm na articulao com os movimentos organizados da sociedade civil e com os rgos pblicos federais, estaduais e municipais.

PBLICO-ALVO:
 Mulheres Especiais: bem como: Auditivas, visuais, fsicas, Profissionais da rea, Famlias, Associaes, Organizaes no Governamentais.

NOSSAS METAS: Oficina  para produo, bem como:  Artesanatos, Chocolates (doces e salgados), Tric e Croch, teatro e musicas em Linguagem de sinais com suporte para a leitura oral,

PROPOSTAS DE METAS DE TRABALHOS: Oficina de cursos para preparar como  ARTICULADORA de programa de assuntos e interesses das mulheres, gerando grupos e oferecendo material didtico.

Promover cursos e palestras sobre qualidade de vida para as mulheres Deficientes Auditivas e Surdas.
Realizar projetos de incentivo para o programa de trabalho e sade das mulheres D.A/Surdas
Orientao s Famlias, Material informativos, encaminhamento para escolas especiais, Palestras e Eventos, encaminhamento para emprego,
Orientaes sobre qualidade de vida das Mulheres encaminhamentos  para conselhos hospitais, Delegacias etc. . Multiplicadora : Sade Integral da Mulher surda e surda cega (AIDS, DROGAS, e outros), Violncia contra a Mulher (no trabalho e na residncia), poder e participao na Poltica, Gnero e Cidadania, cincia, cultura e comunicao (lngua de sinais com suporte para leitura labial e lngua portuguesa).

Multiplicadora Educacional:  Incentivar os alunos na comunicao total dando oportunidade para que eles conheam todos meios legais da comunicao, oferecendo palestras para os Pais e profissionais da rea buscando dialogo para incluso social ex. projeto e propostas de outros grupos de estudo de pesquisas.
Ensino de libras nas escolas e exigncia de  acompanhamento de Fonoaudilogas  dentro de todas escolas especiais gratuito para os alunos com surdez

O que Deficincia Auditiva: a reduo ou perda total da audio, provocada geralmente por traumas mecnicos (acidente de transito, perfurao por objetos enfiados dentro do ouvido, etc) pela exposio ao barulho excessivo e por doenas congnitas ou adquiridos.

LEIS:DECRETO N 5.390 DE 8 DE MARO DE 2005,  Aprova o Plano Nac. de Polticas para as Mulheres - PNPM, institui o Comit de Articulao e Monitoramento e d outras providncias.
Decreto N 3.298 de 20 de dezembro de 1999 Art.4 considerada Pessoa Portadora de Deficincia aquela que enquadrar nas seguintes categorias:
A)  De 25 a 40 Decibis (D.B.) - Surdez Leve;
B)  De 41 a 55 (D.B.) - Surdez Moderada;
C) De 56 a 70 (D.B.) - Surdez Acentuada;
D)  De 71 a 90 (D.B.) - Surdez Severa;
E) De acima de 91 (D.B.) - Surdez Profunda;
F) Anacusia (Profunda).
ACESSIBIBILIDADE: Lei Federal N 10.098 de 19 de novembro de 2000 - Estabelece Normas Gerais e critrios bsicos para a promoo da acessibilidade das Pessoas Portadoras de Deficincias ou com mobilidade reduzidas, e d outras providncias.
Captulo VII da  acessibilidade nos sistemas de comunicao e sinalizao Art.17 a 19 .
LEI Municipal 12.471 de 16 de Setembro de 1997. Institui O Dia do Surdo no Municpio de So Paulo
LEI Municipal 12.556/1998. Institui O Programa de Sade Auditivo para Crianas no Municpio de So Paulo
LEI Estadual 10.383/1999 Institui O dia do Deficiente Auditivo. comemorado no Estado de So Paulo, anualmente no ltimo domingo de setembro.
LEI Municipal 10.544 De 31 de Maio de 1988. Art.65, VII - Para a contratao de profissionais intrpretes de LIBRAS.
LEI N 10.436, DE 24 DE ABRIL  DE 2002. reconhecida como meio legal de comunicao e expresso a Lngua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expresso a ela associada.
ESTATSTICAS: POPULACO COM SURDEZ
57 Milhes de Surdos no Mundo, 2,2 Milhes no Brasil  ,  150 Mil na Cidade de So Paulo,  480 Mil no Estado de So Paulo.
Obs. No momento em que fizeram estas Estatsticas nasceram mais Def. Auditivos, portanto neste numero j esta defasada. (dados 2005)
REALIZAO: Espao Mulheres D.A./Surdas do Estado de So Paulo  EMDAS-SP
E-mail-
espacomulheres-d.a-surdas@hotmail.com

TRABALHO DESENVOLVIDO:
 1 Simpsio Acessvel da Sade da Mulher D.A/Surda e surda cega
 Palestras: Direitos NO Violncia contra a Mulher
 Qualidade de Vida
 Temas: Trabalho e Profissionalizao montando sua oficina
 Amostra de Oficina de artesanatos, Grupos de trabalho de homens, Terapia em Grupo com Psicloga Curso sobre violncia contra a Mulher D.A/Surda CMPD ( Conselho Municipal da Pessoa Deficiente
 Direito das Mulheres e Acessibilidade
 Ato Publico Tema CADE NOSSOS DIREITOS  Com a participao de 500 pessoas na Avenida Paulista, publicado no dia 24/09/2005 no Jornal da Tarde e Folha de SP.
 Participao no grupo pelo ato pblico em Movimento pela MARCHA DAS MULHERES em 08/03/2006 Av paulista

Os principais casos atendidos na Delegacia de Defesa da Mulher:
 Leso Corporal: casos de espancamento, socos, bofetes, pontaps, e uso de objetos contundentes (facas, tesouras etc).
Estupro: relao sexual forada por meio de violncia ou ameaa (relaes sexuais foradas entre: marido e mulher; com deficiente mental; menores de 14 anos tambm so consideradas estupro).
Atentado violento ao pudor: contato ntimo forado, sem relao sexual.
Rapto: conduo a fora ou sobre ameaa para algum local com a inteno de ter contato ntimo, sem completar uma relao sexual.
Ameaa: intimidao, atravs de palavras ou gestos, indicando a inteno de fazer algum mal.
Calnia: falsa acusao
Difamao: ofensa contra a honra, na presena de outras pessoas.
Injria: ofensa, sem a presena de testemunhas.
 A delegacia tambm atua em casos de separao de casais, penso alimentcia, partilha de bens e busca de filhos
Centro:  Distrito Policial Serv. Tec. Apoio DDM da APJ/DGPAD/DGP  - Rua Brigadeiro Tobias, 527  9 andar - Luz -  3311-3318 


Salete Neves
Presidente do EMDAS-SP

 Maiores informaes atravs do e- mail: esp.mulher@uol.com.br ou direitos_mulheres_das_surdas@yahoogrupos.com.br

 

 

 

 

 

 

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 Ligue 180 auxilia mulheres vítimas de violência

Ligações à Central de Atendimento à Mulher
podem ser feitas gratuitamente de qualquer parte do País.

O serviço funciona diariamente, 24 horas, inclusive nos feriados
e finais de semana.

 

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